CASA DO POVO

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sexta-feira, 3 de maio de 2019

Rui desconversa sobre candidatura à Presidência da República em 2022: "É prematura"

Foto: Carlos Casaes/ Divulgação
Após a notícia de que seu nome tem ganhado força para candidatar-se à Presidência da República, o governador da Bahia, Rui Costa, desconversou sobre o tema. A informação foi divulgada pela Coluna do Estadão, do jornal O Estado de S. Paulo.
Rui Costa foi questionado nesta quinta-feira (2) sobre a possibilidade de se cadidatar ao Palácio do Planalto em 2022. “Minha mulher [a primeira-dama Aline Peixoto] quer que quando terminar o mandato eu vá cuidar só da família. Toda vez que ela ouve a possibilidade de eu ocupar qualquer outro cargo, diz que não vai mais deixar eu entrar em casa”, disse ele em tom de brincadeira.
Segundo Rui, qualquer conversa sobre as próximas eleições, de 2020 e 2022, é prematura. “Não é momento nem de discutir candidato a prefeito”, defendeu. Para o governador, o momento “é de fazer caminhadas para saber os desejos e necessidades do povo […] e no início do ano que vem é um bom momento para debater nomes”. “Precisamos unir as regiões, como estamos buscando fazer com outros governadores, e fazer o debate que precisa ser feito no Brasil”, acrescentou.
O governador também falou sobre a Reforma da Previdência. Segundo ele, a aprovação não resolverá o problema do déficit previdenciário nos estados. “Esta reforma por si só não é capaz de ajudar os estados na transição desta crise. Hoje o maior sacrifício será em 2022, quando será o ápice, o pico da curva de déficit nos estados. E olhe que estamos falando de direitos adquiridos. Isso não será mudado nesta reforma. Se aposentaram 20 mil servidores nos quatro primeiros anos que governei. O direito destas pessoas está dado, não é possível discutir. O crescimento do déficit não será alterado, no curso prazo, nesta reforma. Mesmo a idade mínima, como terá a tabela de transição, no máximo você vai ampliar seis meses para algumas pessoas e 12 meses para outras [a aposentadoria]”, declarou. “Temos que discutir que tipo de financiamento os estados teriam para atravessar melhor essa crise”, complementou.
Conforme a publicação do Estadão, a ideia do PT é apostar nele, à frente do maior colégio eleitoral do Nordeste, como alternativa para a eleição de 2022.

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